Desde sempre os sindicatos e as entidades empregadoras (patronato e Estado) nunca estiveram de acordo em relação aos números resultantes das greves.
Nesta greve da Função Pública tudo se repete, com os sindicatos a falarem em 80 por cento e o Governo a dizer que os grevistas não são mais de 20 por cento.
Como não entendo nada destas coisas, gostaria apenas de saber se a funcionária de uma Junta de Freguesia de Ponte de Lima, a quem foi negada a reforma antecipada e que hoje não compareceu ao trabalho - onde era aguardada por duas dezenas de populares «revoltados» com a decisão da Caixa Geral de Aposentações (CGA) – conta ou não como grevista?
O Presidente da República pediu ao Tribunal Constitucional a fiscalização da lei dos vínculos, carreiras e remunerações na Função Pública.
Diz o Relatório do Desenvolvimento Humano que “Esperança de vida e escolarização aumentam mas rendimento escolhe”.
INEM tem campanha para alertar contra o elevado número de chamadas falsas que fazem com que, por dia, se registe a saída de 25 ambulâncias em vão, conforme se lê no «Público».
Dizem os jornais de hoje que os portugueses estão mais endividados.
Isto é novidade?
O deputado do PS Manuel Alegre questionou o Governo sobre as mudanças na empresa Estradas de Portugal e disse temer que estas representem "uma espécie de neo-feudalismo, sob a forma de privatização encapotada".
O Jornal de Notícias, num trabalho da jornalista Denisa Sousa, dá-nos a conhecer que desde ontem estão disponíveis novos serviços médicos, paramédicos e sociais para ex-combatentes e não só, na remodelada sede da Associação Portuguesa de Veteranos de Guerra (APVG), em Braga.
António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa, apresentou esta segunda-feira a «Operação Natal» da capital. No Teatro Municipal D. Maria II foram apresentados dois planos de higiene urbana e um de tráfego. «Passeios desencardidos, ruas junto a zonas comerciais limpas, lombas, controlo de velocidade a 50 km/h, passadeiras novas e mais tempo para os peões atravessaram as avenidas» foram algumas das ideias anunciadas pelo autarca, segundo revela o site «Portugal Diário».
Os "nomes que ficam nas ruas são os nomes que o povo livremente escolhe". A frase é do presidente da Câmara de Coimbra, do PSD, que tem, desde ontem, uma Rua Álvaro Cunhal. Cravos vermelhos em cima da placa toponímica, pintada à mão, segundo se lê no «Jornal de Notícias»
Fez ontem, precisamente, 94 anos que Cunhal nasceu em Coimbra, na freguesia da Sé Nova. Mais de uma centena de pessoas percorreu, ontem de manhã, parte da antiga EN1, na margem esquerda do Mondego, para evocar a memória do antigo líder do PCP, artista plástico e escritor.
À chegada ao local, o autarca Carlos Encarnação abraçou calorosamente Jerónimo de Sousa. Descerrou-se a placa toponímica. A irmã de Cunhal, Eugénia, de um lado. Jerónimo do outro. Soaram as palmas, som vigoroso que ecoou naquela longa rua do Alto de Santa Clara. E eis que Encarnação evocou - de forma muito assertiva - a figura do líder histórico do PCP, para além de afastar qualquer conotação subliminar da decisão aprovada pela Comissão de Toponímia em 17 de Janeiro deste ano e ratificada pelo Executivo Municipal, de maioria social-democrata, um mês depois. "Os nomes que ficam nas ruas são os nomes que o povo livremente escolhe, por uma razão muito simples: porque Coimbra é uma terra de liberdade, de tolerância, de democracia". Três valores fundamentais que, acrescentou Encarnação, "se nós não as cumprimos, não somos dignos sequer do regime que servimos. E é por isso que, nós todos, estamos aqui hoje, não virando qualquer página da história rasgando-a, não fazendo com que a história não exista, não apagando as coisas da história. Tendo respeito por ela e dando testemunhos dela daquilo que são as ruas da nossa cidade".
"A história não se faz com homens que quebram ou que torcem, faz-se com aqueles que tentam lutar pelos seus ideais. Concorde-se ou não com ele, o facto é que ninguém pode apagar a sua participação na história do País e mesmo na história do mundo", disse Encarnação.
Novo critério da Comissão de Arbitragem penaliza juízes com um ou dois jogos de suspensão.
O encerramento da carreira artística de Paco Bandeira vai acontecer com um concerto no Coliseu José Rondão Almeida, em Elvas, no próximo dia 17, sábado, às 21.30 horas, revela o site «NotíciasAlentejo».
Esta entrada tem o número 2.000. Não é muito, mas temos de ter em conta que não são poucas as vezes que nos “vemos às aranhas” para encontrar qualquer coisa para dizer bem, mas com esforço cá vamos, diariamente, arranjando assunto.
Hoje dizemos bem de nós. Pelo menos damos destaque a este nosso “esforço” de mostrar que “Há coisas e situações que, no dia-a-dia, merecem que as olhemos de forma positiva”.
O Centro Dramático de Évora (CENDREV) estreia quinta-feira a sua nova produção, «O Valentão do Mundo Ocidental», do dramaturgo irlandês John Millington Synge. O espectáculo (em cena até 25 de Novembro, no Teatro Garcia de Resende), conta com encenação de José Russo
A nona jornada da Superliga de futebol, nos sete jogos já realizados, “produziu” 29 golos, o que pode ser considerado muito bom, pois todas as equipas marcaram, à excepção do Sporting de Braga que ficou em branco.

António Garcia é, segundo nos diz o «Blogoperatório», um dos mais importantes designers portugueses. Foi pioneiro nesta disciplina com Sebastião Rodrigues, Daciano da Costa e António Sena da Silva.
Garcia "embrulhou" muito do tabaco que os portugueses fumaram e ainda fumam. Daí a escolha deste SG Gigante para a imagem promocional. Esta exposição mostra essencialmente capas de livros, criadas nos anos 50 e 60 para a editora Ulisseia, e algum do trabalho para a Tabaqueira.
A exposição pode ser vista de segunda a sexta-feira, das 15 às 18 horas, no
DDLX
Rua do Carmo, 31-5.º D
LISBOA
www.ddlx.pt
Estão convidados.
Largo da Misericórdia, 24
2900-502 Setúbal - Telef: 265 524 617
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Em Setembro passado, a Câmara do Porto aprovou a doação de um veículo com 25 anos de actividade, entre outros artigos, ao município da Beira (Moçambique), com o qual está geminado desde 1989. No mês anterior, a autarquia portuense tinha dado conta da sua intenção aos responsáveis municipais africanos, recebendo, em resposta, uma missiva a agradecer o "gesto e a simpatia". Agora, o presidente do Conselho Municipal da Beira, Daviz Simango, afirma que não aceita a oferta do camião velho. Uma posição que, assegura, vai transmitir ao presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, "em breve".
«Jornal de Notícias»